top of page
Foto studio - preta.JPG

MEU FAMILIAR FALECEU. O QUE FAZER? 

Perder alguém da família é sempre difícil, pois além da dor do luto, os familiares precisam se preocupar com a contratação de advogados, administrar os bens, contas e todos os demais empecilhos desta fase. 

 

Mesmo sendo um momento doloroso para todos, é nesse momento que diversos procedimentos devem ser realizados com urgência, evitando multas que possam endividar a família ou inviabilizar o processo de herança e partilha dos bens.

​

​

​

Você sabe o que é um inventário?

​

Inventário é um procedimento Judicial ou Extrajudicial com a finalidade de transferir a propriedade do falecido para os que ficaram vivos (herdeiros), fazendo um levantamento de tudo o que ele possuía, a fim de que a divisão entre os seus sucessores seja igualitária. 

​

O objetivo do inventário é oficializar a transferência dos bens de uma pessoa que faleceu aos seus herdeiros. Além disso, lembramos que apenas após o fim do inventário ocorre a partilha dos bens da herança. Portanto, você só tem acesso à herança se realizar o procedimento.

​

​

​

Qual o prazo para entrar com o inventário?

 

De acordo com o artigo 983 do Código de Processo Civil, o prazo para abertura do inventário é de 60 dias, que começa a contar na data da morte.  

 

Desse modo, é muito importante que você apresente os documentos necessários para dar entrada no inventário o mais rápido possível, porque apenas com esses documentos poderá ser feita a análise dos bens para iniciar o processo. 

 

Além disso, é importante ressaltar que se você desrespeitar esse prazo, pagará uma multa sobre o valor do ITCMD. Ou seja, ela varia entre os estados.

​

​

​

Quais os tipos de inventário?

​

Existem dois tipos de inventários, o JUDICIAL e o EXTRAJUDICIAL. 

​

Inventário Extrajudicial é o inventário realizado no cartório, por meio de escritura pública, desde que todos os envolvidos sejam capazes, concordes e devidamente representados por advogado. Não pode haver testamento, caso contrário, o inventário deverá ser realizado pela via judicial.  Este inventário poderá ser realizado em qualquer cartório de notas, independente do domicílio das partes, do óbito e dos bens. 

 

Já o Inventário Judicial ocorre por meio de processo judicial. Essa é a modalidade obrigatória de inventário nos casos em que houver menores ou incapazes, discordância quanto a partilha dos bens, algum envolvido não estiver devidamente representado ou, ainda, quando o falecido houver deixado testamento. Havendo testamento, serão abertas duas ações judiciais: uma para reconhecer o testamento e outra para realizar o processo de inventário em si.

 

​

​

E quando o falecido não deixou bens?

​

Deverá ser realizado um Inventário Negativo, instrumento necessário quando o falecido (i) não deixou bens; (ii) não deixou bens mas ficaram dívidas; (iii) deixou bens mas não são suficientes para a quitação das dívidas.

​

​

​

Preciso de um advogado?

​

É obrigatória a presença de um advogado na ação de inventário. Não se trata de uma ação simples, mas de um procedimento que exige o acompanhamento de um advogado especialista no assunto, visto que devem ser respeitados os prazos, requisitos legais e as minúcias referentes ao caso. 

​

Não é um procedimento rápido e fácil, por isso, é recomendável um profissional competente para representar os seus interesses em juízo. As consequências de uma má representação ou da ausência de procurador para tal podem gerar danos imensuráveis.

​

​

​

Tire suas dúvidas
no nosso WhatsApp:

Dúvidas

Quero tirar minhas dúvidas!

Obrigado por enviar

  • Facebook
  • Whatsapp
  • Instagram
  • LinkedIn

Biermeier Sociedade Individual de Advocacia - OAB/SC 7.050

  • LinkedIn Social Icon
bottom of page